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sexta-feira, 24 de junho de 2011

24 de Junho - Dia de Xangô - Salve São João Batista!


Na região norte e nordeste do Brasil, o sincretismo considera São João Batista como Xangô menino, e muitos terreiros neste dia convocam a população para suas festas saindo em procissão nas ruas, levando a multidão para o local da festividade em homenagem ao santo.

Ai, Xangô, Xangô menino da fogueira de São João
Quero ser sempre o menino, Xangô, da fogueira de São João
Céu de estrela sem destino de beleza sem razão
Tome conta do destino, Xangô, da beleza e da razão
Viva São João,
viva o milho verde Viva São João, viva o brilho verde
Viva São João das matas de Oxossi Viva São João
Olha pro céu, meu amor, veja como ele está lindo
Noite tão fria de junho, Xangô, canto tanto canto lindo
Fogo, fogo de artifício, quero ser sempre o menino
As estrelas deste mundo Xangô, ah, São João, Xangô Menino
Viva São João, viva o milho verde Viva São João, viva o brilho verde
Viva São João das matas de Oxossi Viva São João
São João, Xangô menino
Caetano Veloso / Gilberto Gil



São João: o culto a São João é um dos mais antigos e populares.
A comemoração de inspiração católica dedicada a São João Batista é realizada na noite de 23 para 24 de junho (solstício de inverno no hemisfério Sul), a festa é assinalada por comidas e bebidas típicas (pipoca, canjica, pé-de-moleque, quentão, etc) e por fogueiras, danças, brincadeiras, queima de fogo, etc.

Xangô: Orixá do culto afro-brasileiro.


Fonte: www.terrabrasileira.net

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Umbandistas, Oremos pelo Próximo...



Irmão...
Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.
Que um suave acalento te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.
Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.
Aquele amor que não se explica, só se sente.
Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora. Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres. Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!


Um dia Alguém escreveu: Somos Anjos de uma só Asa, poderemos voar apenas se abraçados uns aos outros.

Aguardo o Vosso abraço, envolvendo-Vos no Meu grande Abraço de Luz Serena.

Muita Paz!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Uma Conversa Sobre... A Vida Espiritual



O amigo Adamastor, após insidiosa moléstia, deixara o corpo físico.

Sobre a sua personalidade e o destino do ser humano após a morte do corpo físico, eu dialogava com, o também amigo, Carlos Marques.

– Pois é, vocês espíritas dizem que a vida continua além da morte, mas ninguém voltou até hoje para dizer como é essa tal de vida espiritual.

– Você está enganado Marques, aqueles que foram para a chamada dimensão espiritual da vida quando podem retornam para testemunharem a própria imortalidade.

– Como eu nunca testemunhei o retorno de alguém depois da morte?

– Bem, a existência das coisas neste mundo e, consequentemente, no mundo espiritual, não precisam passar por suas experiências sensórias para existirem.

– Como poderemos saber se a vida continua além do túmulo?

– Através dos registros históricos e da história das religiões, onde o fenômeno do aparecimento dos seres após a morte do corpo é relatado com muita frequência.

Também encontramos esses relatos no Velho Testamento: mediunidade de audiência: Noé, Gênesis – 6,13; clariaudiência: Abraão, Gênesis – 12; materialização – Jacob – 32, 23-23; onírica – Jacob, Gênesis – 28,10-19; efeitos físicos (voz direta), Êxodo – 3, 1-22.

Colhemos, ainda, alguns fenômenos no Novo Testamento: mediunidade de xenoglossia (falar línguas estranhas), Atos 1, 3-4; a poderosa mediunidade de Estevão, cap. 6 dos Atos dos Apóstolos; materialização – Atos 12,7.

O próprio Jesus após a sua morte, pela crucificação, aparece para Maria de Magdala e com ela conversa anunciando a sua imortalidade e, posteriormente, aparece aos discípulos, solicitando ao incrédulo Tomé que o tocasse. Esse é um fenômeno que o Espiritismo denomina materialização.

– É tão antigo assim esse fenômeno?

– Podemos dizer que a interação entre o mundo espiritual e o mundo físico existe desde que o ser humano começou a habitar o planeta. O registro dessa interação entre os Espíritos ou almas com o ser humano está assinalado na história religiosa de todos os povos.

Evidente que a interpretação desses fenômenos estava subordinada à capacidade intelectual e ao desenvolvimento psicológico desses povos.

– Então, não foi o Espiritismo que inventou a mediunidade?

– Não. O Espiritismo apenas estudou e estuda o mecanismo desses fenômenos e os classificou, dando-lhes uma terminologia adequada aos conhecimentos científicos e filosóficos da nossa era.

É um campo em que as Ciências Acadêmicas se aprofundarão e já estão se aproximando, com as pesquisas na área da Parapsicologia, como fez Joseph Rhine, pesquisador na Universidade de Duke, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e Dr. Ernani Guimarães Andrade, no Brasil.

– Então, comentávamos sobre aqueles que voltaram ou não voltaram do outro mundo para falar, não é?

– De fato, com relação a isso, muitos voltaram.

Tivemos a felicidade de ter, no Brasil, a mediunidade de Francisco Cândido Xavier. Ele psicografou milhares de mensagens individuais, de Espíritos de filhos, pais, esposos, esposas, que retornaram aos seus entes queridos dando-lhes provas cabais de suas imortalidades e o reencontro no mundo espiritual com familiares que os haviam antecedido. Algumas dessas mensagens foram compiladas em mais de uma centena de livros, que servem de testemunho de que os “mortos vivem”.

– Você poderia citar algum?

– Claro! Entre duas Vidas, Diálogo com os Vivos, Somos Seis, Enxugando Lágrimas, Falou e Disse, Gaveta da Esperança, Eles Voltaram... A lista é muito grande. Como você é jovem, Carlos, registro esse: Jovens no Além.

– Vou, então, dar uma pesquisada nesses livros para ver se os “mortos vivem” e “voltam”..., contudo, agora vou andando, pois o mundo do trabalho dos “vivos” aguarda-me. Até mais...

Até...  e perceba-se mais feliz e confiante sentindo que a vida é eterna!

Por:  Aylton Guido Coimbra Paiva

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Umbanda Sagrada



A Umbanda tem uma longa missão como uma religião sagrada e iniciática, pois sendo uma religião de evolução e espiritual ela deve ser sempre respeitada como uma das mais belas religiões que tem a missão sublime de fazer a caridade

Seus médiuns têm a divina tarefa de usar a mediunidade para fazer a caridade e saber usar essa tarefa missão com sacralidade.

Também dentro de um templo devemos ter a sacralidade para adentramos no terreiro e em frente ao congar como é uma energia divina que ali existe pisa em lugar santo.

Tanto os médiuns como a assistência deve respeitar a sacralidade do lugar.

Quando os médiuns entram descalços no centro do terreiro isso significa que A Umbanda é e sempre será uma religião sagrada a onde a parte espiritual é cultivada com serenidade e caridade.

A Umbanda deve ser cultivada com humildade e harmonia.

A Umbanda sagrado deve ser respeitada 24 horas do dia.

Você médium, cambone, pai e mãe de santo faça do seu terreiro, tenda ou santuário um lugar sagrado de amor e caridade.

São muitas as umbandas mais faça dessa umbanda algo místico,sagrado e divino.

Axés e Saravá

Fonte: http://redeinternacionovaera.spaceblog.com.br/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A Fé na Umbanda



A Umbanda é uma religião eminentemente espiritista e espiri­tualizadora. Portanto, a fé profes­sada pelos seus praticantes, médiuns em sua maioria, exige uma crença forte em Deus e na existência do mundo espiritual que interage o tempo todo com o plano material.

Analogicamente, podemos comparar a crença umbandista à do cristianismo, que tem em Deus o Criador Supremo (Olodumare ou Olorum ou Zambi) e em Jesus o seu maior mistério (sincretizado com Oxalá).

Mas, tal como no cristianismo há as coortes de anjos, arcanjos, querubins, serafins, etc., na Um­banda há hierarquias de Orixás (Ogum, Xangô, Oxossi, Yemanjá, Oxum, etc.) que têm funções análogas, ainda que sejam enfocadas e cultuados segundo rituais próprios.

Para entender-se a fé na Umbanda é preciso mergulhar fundo em sua essência religiosa porque um umbandista convicto não é uma pessoa contemplativa e interage o tempo todo com o mundo espiritual e também com o universo divino, já que é em si um templo vivo e através do qual os Sagrados Orixás manifestam Suas vontades.

A fé, na Umbanda, é mais que uma questão de crença. É um verdadeiro ato de fé, pois um umbandista é o meio natural por onde a religião flui com intensidade e mostra-se em toda a sua grandeza e divindade, ainda que de forma simples e adaptável às condições do seu adepto.

A fé, na Umbanda, transcende e torna-se um estado de espírito através do qual são realizas as engiras ou sessões de atendimento das pessoas necessitadas de auxílio espiritual e de orientação doutrinária e religiosa.

Fé, na Umbanda é sinônimo de trabalho em prol do próximo, de evolução consciencial e transcendência espiritual para os seus adeptos e seus médiuns praticantes.

A fé é ensinada como a integração da pessoa ao seu Orixá Regente, que é sua ligação superior com Deus, com Oludumare, o Senhor do nosso destino e da nossa vida.

Crer em Deus e nos Seres Divinos manifestadores dos Seus Mistérios Sagrados é natural nos umbandistas e dispensa maiores esforços nesse sentido já que a mediunidade é o meio mais rápido de integração com Ele e Seus manifestadores, os Orixás.

A Umbanda é Sagrada porque é uma religião onde os mistérios de Deus têm uma feição humanitária e estão voltados para nossa evolução e nosso amparo espiritual, assim como de todas as pessoas que freqüentam seus templos, também denominados de tendas.

Cremos em um Criador Supremo; cremos na existência das hierarquias divinas; cremos na manifestação dos Sagrados Orixás através da incorporação de suas vibrações mentais; cremos na existência do mundo espiritual; cremos na interação deste mundo superior com o nosso mundo material.

Enfim, a fé, na Umbanda Sagrada é mais que uma questão de crença, é um estado de espírito e é muito mais que o ato de crer em Deus, é o ato de realizar-se Nele enquanto seres espi­rituais gerados por Ele, o Senhor Olorum, o nosso Divino Criador.
        
Por Rubens Saraceni

sábado, 18 de junho de 2011

Se há Amor, não há Apego



O apego, a qualquer coisa que seja, demonstra desconfiança.

Se você ama uma mulher ou um homem e se apega, isso só mostra que não confia.

Se você ama uma mulher e pergunta:
        
"Amanhã você ainda me amará ou não?", é porque não confia.

Se você vai ao cartório para se casar, é porque não confia.

Confia mais no cartório, na polícia, na lei do que no amor.

Se essa mulher ou esse homem tentar enganá-lo amanhã, ou deixá-lo na mão, você poderá obter apoio da justiça ou da polícia, e a lei estará do seu lado, e toda a sociedade o apoiará.

Você está tomando providências porque tem medo.

Mas, se ama de verdade, o amor basta, é mais que suficiente.

Quem liga para o amanhã? Mas, no fundo, há dúvida.

Mesmo quando você acha que está apaixonado, a dúvida continua.

Dizem que, quando Jesus ressuscitou após a crucificação, primeira pessoa que o viu vivo foi Maria Madalena.

Ela o amava imensamente. Correu em direção a ele.

 Novo Testamento narra que Jesus disse: "Não me toque".

Tenho minhas desconfianças de que ele realmente tenha dito isso.

Não parece certo. Alguma coisa está errada aí.

Claro que o papa pode dizer:

"Não me toque", mas Jesus... é quase impossível.

Por isso, tentei pesquisar o original.

No texto original em grego, a palavra pode significar tocar ou apegar-se.

Encontrei a chave. Jesus disse:

"Não se apegue a mim", mas os tradutores interpretaram como "Não me toque".
O intérprete usou a própria mente para a tradução.

Jesus deve ter dito "Não se apegue a mim", porque, se existe confiança, não há apego; se há amor, não há apego.

Você simplesmente partilha, sem se apegar; partilha em profundo relaxamento.

Autor: Osho, em “A Música Mais Antiga do Universo”
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Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

Luz Crística

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Positivismo

Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.

Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.

Então, vamos semear pensamentos positivos.

A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia, sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.

Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força original, nossa eterna tranquilidade de ser.]

Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz. Plante essa semente.

Regue-a com atenção e você atingirá a calma.

Por Antony Strano

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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