Seguidores da Religião Umbanda

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sábado, 21 de julho de 2012

Não Julgues teu Irmão



Amigo.
Examina o trabalho que desempenhas.
Analisa a própria conduta.
Observa os atos que te definem.
Vigia as palavras que proferes.
Aprimora os pensamentos que emites.
Pondera as responsabilidades que recebeste.
Aperfeiçoa os próprios sentimentos.
Relaciona as faltas em que, porventura, incorreste.
Arrola os pontos fracos da própria personalidade.
Inventaria os débitos em que te inseriste.
Seja o investigador de ti mesmo, o defensor do próprio coração, o guarda de tua mente.
Mas, se não deténs contigo a função do juiz, chamado à cura das chagas sociais, não julgues o irmão do caminho, porque não existem problemas absolutamente iguais, e cada espírito possui um campo de manifestações particulares.
Cada criatura tem o seu drama, a sua aflição, a sua dificuldade e a sua dor.
Antes de julgar, busca entender o próximo e compadece-te, para que a tua palavra seja uma luz de fraternidade no incentivo do bem.
E, acima de tudo, lembra-te de que amanhã, outros olhos pousarão sobre ti, assim como agora a tua visão se demora sobre os outros.
Então, serás julgado pelos teus julgamentos e medido, segundo as medidas que aplicas aos que te seguem.

           Pelo espírito André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier.

Médiuns Não são Jesus!



Uma história muito triste, mas que devemos contar sempre, ela é de uma pessoa que só queria que seu rebanho soubesse o que seu Pai lhe ensinou, falava em todos lugares e mesmo assim, muitos viravam as costas a ele, mesmo assim continuou, viu pessoas que trocavam a fé pelo dinheiro, mesmo assim parou para ensinar-lhes a rezarem, parou também frente aos pobres e doentes, fez com que eles também acreditassem na fé, muitos continuaram do mesmo jeito, somente seguiram-no com o olhar, o rebanho aumentou para doze pessoas mas que pequeno rebanho pois passara por milhares, mesmo assim ele continuou, dividiu o pão, aumentou o peixe e o vinho saciou a sede de muitos, mas mesmo assim, não foi compreendido, rezou para tirar a doença de muitos, mas muitos também não acreditavam nas suas palavras, e assim o final de tudo você já sabe, e talvez pensou que eu iria escrever de novo tudo aquilo, pois é o nome dele é Jesus, teve muitos nomes, e nunca falou que ele era a cura, e sim que era o caminho do Pai, e assim a sua cura esta em sua Fé ao Pai, Médiuns não são Jesus, Médiuns também são o caminho, talvez não o do Pai, pois ainda somos pequenos, mas com certeza somos o caminho do filho.

Salve nosso Pai Oxalá, Jesus por nascimento e Oxalá em nosso Coração.

Poema de Emidio de Ogum

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Falangeiros da Aruanda



SEARA ESPIRITUALISTA FALANGEIROS DA ARUANDA

Seara, segundo o dicionário, é o mesmo que uma plantação. Se nós plantamos, no passado, uma semente de rosas, teremos belas flores no futuro. Mas para isso acontecer, é preciso que nós saibamos cuidar de nossa semente, de nossa muda, e de nossa plantação no presente. 
Espiritualista: segundo o codificador Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, “É espiritualista aquele que acredita que em nós nem tudo é matéria, o que de modo algum implica a crença nas manifestações dos espíritos”. Se cremos na existência de um mundo superior, além da matéria que enxergamos, e se estamos em constante contato com este mundo e com os espíritos que nele habitam, logo seguimos e adotamos a filosofia espiritualista. Além disso, nosso trabalho será sempre de ordem espiritual, não sendo permitido nenhum tipo de comércio ou barganha com as entidades. Não será feito nenhum tipo de cobrança em consultas, sessões ou passes.
Falangeiros entende-se por aqueles que integram uma falange, ou seja, uma tropa. Assim deverá ser cada irmão de fé que fizer parte deste grupo. Como um soldado que esteja pronto para o trabalho, não para a guerra no seu sentido mais simples, mas para uma batalha onde se pregará o amor e a paz ditados pelo Mestre Jesus.
Ainda para deixar claro o sentido de falange, imaginemos as nossas mãos. Nossas articulações dos dedos são chamadas de: falange, 2ª falange (falanginha) e 3ª falange (falangeta). Quando movimentamos os dedos todas as articulações e músculos das mãos se movimentam juntos. Ou seja, por menor que seja um movimento, toda a mão deverá estar em harmonia. Do contrário o movimento será errado, ou simplesmente não acontecerá.

Assim deverá ser o nosso grupo. A energia que se movimentará em cada irmão deverá ser única e harmoniosa, para que o grupo possa sempre estar em movimento crescente de constante aprendizado.

Aruanda, nossa fonte espiritual, de onde migram nossas entidades, Caboclos, Pretos Velhos, a fim de virem nos auxiliar em nossa caminhada. Muitos definem Aruanda como uma colônia espiritual. Mas nós nos referimos a uma Aruanda Maior, ou seja, tudo que compreende o Plano Astral ligado à Umbanda. Claro que trabalharemos com entidades de outras falanges, de outras correntes, mas sempre com a autorização e o auxílio dos mestres de Aruanda.

Sejam sempre bem-vindos, queridos amigos e irmãos!

Sejam sempre bem-vindos, queridos Falangeiros da Aruanda!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O Cartaz



É impressionante como algumas pessoas acreditam em absurdos que violam qualquer bom senso, mas para coisas plausíveis elas se fecham completamente, mesmo aquelas que alegam acreditar em Deus, aceitam fatos que negam um Deus sábio, misericordioso, e infinitamente justo.

É comum se ouvir no meio espírita que todas as religiões levam a Deus. Essa afirmação não passa pelo crivo da razão, para os que não sabem ou preferem ignorar, existem religiões satânicas, que se orgulham disso e não o escondem. Há também, religiões da mesma linha que fingem crer em Deus e em Seu filho Jesus, uma vez que negam as palavras de Jesus e só aceitam as que lhe convém. Me refiro aquela religião que no passado torturou e matou pessoas por terem outros credos, e no presente escondem da policia alguns dos seus, que foram pegos por abuso infantil.

Aqui cabe um esclarecimento, nós espíritas sabemos que não existem diabos, satanases, cramulhões etc. Isso é mais um artifício dessa religião para controlar e oprimir o povo. Esses seres que eles chamam demônios são espíritos, nossos irmãos que estão no momento em desarmonia com o Pai maior.

Sobre a foto acima, (foto tirada em Janeiro 2011, no cruzamento da Av. Santa Inês com a Av. Parada Pinto - zona norte SP - SP) como se pode acreditar no prometido do cartaz ? E com 100% de garantia ! Onde fica a vontade da outra pessoa? Há tolos para tudo.

“Se as imperfeições de uma pessoa prejudicam apenas ela mesma, não há utilidade em divulgá-las. Mas se prejudicam a outros, é melhor preferir o interesse da maioria...” O Evangelho Segundo o Espiritismo (10:21)

Por Ulysses  Baldez

terça-feira, 17 de julho de 2012

Caças e Caçadores



Não pense que ao ler esse artigo você saberá mais sobre a letra da música da qual empresto o tema.

Nem tão pouco sobre a vida do famoso cantor que a gravou.

O motivo pelo qual escrevo este ensaio nada mais é que uma das questões que me faço e venho me fazendo por muitos anos.

Por qual o motivo religiões e religiosos perseguem-se uns aos outros?

A resposta que me vem à cabeça é tão e somente por culpa do ser humano e não das religiões, e nem mesmo dos religiosos.

Devemos lembrar que antes de sermos religiosos somos seres humanos, passíveis de erros, de virtudes, e de vícios. Pois é, caro leitor de vícios, o ser humano adquiriu um vício de perseguir e pré julgar tudo que para ele é desconhecido. São poucas as cabeças que tem a possibilidade de tentar conhecer o desconhecido, analisar com retidão o que lhe é mostrado e simplesmente depois filtrar o que é bom e o que é ruim. È muito mais fácil pré julgar.

Lembremos ainda que as religiões cumprem seu papel, independente de qual seja, que é aproximar o homem de Deus. E assim, sendo, toda religião nada mais é que um grupo de homens que partilham da mesma fé.

Hoje irmãos umbandista, somos as caças, o que nos coloca num papel de resguardo, pois somos alvos de criticas diárias de todos os campos sociais, seja da imprensa, da mídia em geral, da sociedade civil ou da política.

Aparecemos diversas vezes ao dia sendo achincalhados e expurgados como um pus social que deve ser eliminado para que a ferida sare. Na TV e em outros meios de comunicação isso acontece diariamente e ao menos nos dão direito de resposta.

Ser umbandista ou candomblecista é uma tarefa de amor, fé e auto-afirmação, pois somos motivo de piada, chacota e expostos ao ridículo diariamente.

Hoje somos perseguidos, como disse anteriormente, somos as caças principalmente dos neo-pentecostais, aqueles mesmo que um dia foram as caças dos protestantes, devido suas inovações litúrgicas.

Os protestantes que aqui falo, são aqueles que ainda há pouco tempo também foram às caças da igreja católica, que lhes negava os direitos às reformas que esses exigiam.

A mesma igreja católica que foi perseguida por romanos e judeus pelo simples fato de ser cristã. A mesma igreja católica que colocou milhares de judeus e membros de outras religiões (mulçumanos, Wicca, ciganos e etc.) nas fogueiras da santa inquisição que de santa tinha somente o nome. Era a famosa caça às bruxas.

Mas para que você entenda melhor o sentido de ser a caça ou ser o caçador, depende tão e somente de que do lado do poder você está. Por exemplo, quando o cristianismo surgiu o poder dominante era Roma, que perseguiu e matou, segundo a Bíblia, o Cristo. A igreja mais forte que sucedeu o cristianismo foi à igreja católica que na santa inquisição perseguiu e matou milhões de judeus na santa inquisição, e que ficou calada no holocausto promovido pelos nazistas. Porém, na Irlanda do Norte, os católicos, que são minoria, são perseguidos pelos protestantes, que são a maioria.

No Brasil, com a proliferação de igrejas neo-pentecostais, que passaram a ser maioria, criou-se o vício de perseguir umbandistas e candomblecistas, que se tornaram minoria.

Minoria não talvez pelo número de pessoas que freqüentam terreiros e tendas diária ou semanalmente, mas minoria pelo fato de não se declarar publicamente quanto a sua religião.

Hoje pagamos o preço da omissão.

Perceba caro irmão leitor que aqui não quero defender a luta armada, tão pouco um revide extremo, e sim somente mostrar que nossa liberdade constitucional de professarmos livremente nossa religião está sendo tolhida sem que nos manifestemos.

Acredito que nossa manifestação deva ser somente no sentido de aproximação desses irmãos confusos e pouco esclarecidos da nossa religião. E externar a nossa real intenção de caridade e de amor ao próximo.

Devemos também ser vigilantes, no sentido de que se algum dia chegarmos ao poder, que hoje é dado a outros, não façamos o mesmo que outros fizeram, passar da condição de caça para a condição de caçador, de perseguidos para perseguidores e de intolerável para intolerante. 


Por Jairo Pereira Jr.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aos Anjos Guardiões e aos Espíritos Protetores



11 – Prefácio – Todos nós temos um Bom Espírito, ligado a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção. Cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Ele se sente feliz quando correspondemos à sua solicitude, e sofre quando nos vês sucumbir. Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra. Invocamo-lo, então, como o nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial.
           
Além do nosso Anjo guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos Protetores, que, por serem menos elevados, não são menos bons e generosos. São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na atual existência. Eles nos ajudam com os seus conselhos, e freqüentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gostos e tendências. Podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós. Os Espíritos sedutores esforçam-se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos. Aproveitam-se de todas as nossas fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso à nossa alma. Há os que se agarram a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua impotência para lutar contra a nossa vontade.

Deus nos deu um guia principal e superior em nosso Anjo Guardião, e como guias secundários os nossos Espíritos Protetores e Familiares. É um erro, entretanto, supor que tenhamos forçosamente um mau gênio junto a nós, para contrabalançar as boas influências daqueles. Os maus Espíritos nos procuram voluntariamente, desde que achem possível dominar-nos, em razão da nossa fraqueza ou da nossa negligência em seguir as aspirações dos Bons Espíritos,e somos nós, portanto, que os atraímos. Disso resulta que não somos nunca privados da assistência dos Bons Espíritos, e que depende de nós o afastamento dos maus. Pelas suas imperfeições, sendo ele mesmo a causa dos sofrimentos que o atingem, o homem é quase sempre o seu próprio mau gênio. (Cap. V, nº 4). A prece aos Anjos Guardiães e aos Espíritos Protetores deve ter por fim solicitar a sua intervenção junto a Deus, pedir-lhes a força de que necessitamos para resistir às más sugestões, e a sua assistência para enfrentarmos as necessidades da vida.

12 – Prece – Espíritos sábios e benevolentes, mensageiros de Deus, cuja missão é assistir aos homens e conduzi-los pelo bom caminho, amparai-me nas provas desta vida; dai-me a força de sofrê-las sem lamentações; desviai de mim os maus pensamentos, e fazei que eu não dê acesso a nenhum dos maus Espíritos que tentariam induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência sobre os meus próprios defeitos, e tirai-me dos olhos o véu do orgulho, que poderia impedir-me de percebê-los e de confessá-los a mim mesmo. Vós, sobretudo, meu Anjo Guardião, que velais mais particularmente por mim, e vós todos, Espíritos Protetores, que vos interessais por mim, fazei que eu me torne digno da vossa benevolência. Vós conheceis as minhas necessidades; que elas sejam satisfeitas segundo a vontade de Deus.

13 – Prece – Meu Deus, permiti que os Bons Espíritos que me assistem possam ajudar-me, quando me achar em dificuldades, e amparar-me nas minhas vacilações. Senhor, que eles me inspirem a fé, a esperança e a caridade, que sejam para mim um apoio, uma esperança e uma prova da Vossa misericórdia. Fazei, enfim, que eu neles encontre a força que me faltar nas provas da vida, e para resistir às sugestões do mal, a fé que salva e o amor que consola.

14 – Prece –  Espíritos amados, Anjos Guardiães, vós a quem Deus, na sua infinita misericórdia, permite velarem, pelos homens, sede o nosso amparo nas provas desta vida terrena. Dai-nos a força, a coragem e a resignação; inspirai-nos na senda do bem, detendo-nos no declive do mal; que vossa doce influência impregne as nossas almas; fazei que sintamos a presença, ao nosso lado, de um amigo devotado, que assista os nossos sofrimentos e participe das nossas alegrias. E vós, meu Anjo Bom, nunca me abandoneis. Necessito de toda a vossa proteção, para suportar com fé e amor as provas que Deus quiser enviar-me.

Fonte O Evangelho Segundo o Espiritismo

Por ALLAN KARDEC

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Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

Luz Crística

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Positivismo

Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.

Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.

Então, vamos semear pensamentos positivos.

A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia, sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.

Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força original, nossa eterna tranquilidade de ser.]

Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz. Plante essa semente.

Regue-a com atenção e você atingirá a calma.

Por Antony Strano

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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