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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Equilíbrio


 Para se compreender como as energias psíquicas circulam e trabalham no homem, é preciso observar como as energias circulam e trabalham na natureza. Observai uma árvore: quanto mais o seu tronco e os seus ramos se elevam, mais profundamente as raízes se enterram no solo. É um sistema de compensação, de equilíbrio, que se encontra em todos os planos, físico, psíquico e espiritual. Portanto, quanto mais o homem tende a elevar-se na sua consciência, mais ele desce no seu subconsciente. O grande erro daqueles que decidem abraçar a vida espiritual é negligenciarem a realidade do mundo obscuro que transportam consigo. Eles imaginam que basta quererem trabalhar para a luz, quererem ser sábios, justos, desinteressados, para o conseguirem efetivamente. Mas não, infelizmente não. Cada nível de consciência representa correntes, forças, entidades, e o espiritualista deve cuidar de ter em equilíbrio nele esses dois mundos.
Omraam Mikhaël Aïvanhov

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Espiritualidade


O que seria de mim se eu não tivesse um lado espiritual?

Como eu seria capaz de viver em um mundo que vem se tornando mais e mais quente a cada ano, um mundo à beira de um colapso? Como lidar com a face negra do ser humano, que vez ou outra ainda é capaz de nos surpreender por sua criativa bestialidade? Como lidar com as pequenas dores do dia-a-dia, com as crianças abandonadas, com aquele homem deitado na rua, com os ursos que já não tem focas para comer, com os momentos de falta de amor no seio de minha própria família?

Na medida em que nos sentimos em unidade com tudo o que existe, em que nos sentimos parte da humanidade, também nos sentimos co-responsáveis pela criação do panorama que vemos ao nosso redor. Nos sentimos co-responsáveis pela destruição, pelas guerras, pelo cinza das cidades, pela dor das crianças. E isso dói, eu sei.

Dói lá no fundo do nosso ser!

Mas só ao sermos capazes de suportar essa dor, só ao nos percebermos como parte daquilo que a vem criando, só então seremos capazes de perceber a nós mesmos também como agentes de cura.

A espiritualidade em mim é também a cura. É o que me abraça quando o ar falta em meus pulmões, quando a tristeza visita meu peito, quando o panorama ensombra meu coração. A espiritualidade em mim é o que me dá força para, apesar de tudo isso, ser capaz de admirar a beleza do nascer do sol a cada dia. A espiritualidade em mim é que sopra palavras em meus ouvidos, e me faz pensar que dividi-las com você pode fazer alguma diferença.

É a espiritualidade em mim, também, que algumas vezes me eleva, no meio de todo esse caos, me conecta a um lugar da mais profunda paz e me faz sentir que existe um sentido oculto para cada pequeno movimento que ocorra no Universo. E de repente, de maneira surpreendente, só existe esse sentimento de gratidão transbordando de meus dedos, escorrendo em sua direção, agora mesmo. Esse sentimento de que tudo está bem, e que estamos em meio a uma onda de despertar coletivo, e que em breve seremos capazes de nos dar as mãos, em uma grande roda, curando assim todas as nossas aflições.

Pense Nisso...

domingo, 1 de maio de 2011

Vida após a Morte - Numa Visão Umbandista


Em primeiro lugar o que ocorre é a morte de nosso corpo carnal, não morremos, apenas mudamos do plano material para o plano espiritual, sendo assim, continuamos a ser o que éramos antes, com os mesmos defeitos e virtudes.

A irradiação de Pai Omulú, responsável pela paralisação dos seres, envolve o ser e corta o “cordão de prata” que liga o espírito ao corpo, paralisando a vida material. Logo em seguida o ser é envolvido pelas irradiações de Pai Obaluayê, responsável pela evolução dos seres, que o transportará para a dimensão espiritual e para o nível condizente com sua vibração mental.

O seu grau de consciência o ligará ao nível vibratório que ele irá permanecer após o desencarne (cada um no seu lugar de merecimento consciencial).

Alguns podem ser transportados para as colônias espirituais para o refazimento , outros se mantém junto ao corpo físico, pois, por não acreditarem  em vida após a morte, mantém seus mentais presos a vida material, ou ainda, por suas baixas evoluções, presos as pessoas e vícios que aqui deixaram.

Por não conseguirem mais, sem o corpo físico, absorver o prana (energias), os espíritos de baixa evolução continuam a sentir fome, sede, dores, sono e falta de seus vícios (fumo, bebida, drogas, sexo) e não conseguem se reequilibrar, vão negativando mais seus mentais, caindo cada vez mais de níveis vibratórios.

Estes espíritos são chamados de EGUNS , embora no Candomblé todos os espíritos de pessoas desencarnadas são Eguns, inclusive nossos Guias Espirituais, pois já estiveram encarnados na terra.

Muitos são os trabalhadores espirituais que ajudam de diversas maneiras estes espíritos, primeiramente tentam esclarecê-lo das verdades espirituais e encaminhá-lo para colônias de tratamento, se não conseguem, aguardam que este espírito adquira um maior grau de consciência para tentar nova investida.

Os acessos destes trabalhadores aos planos negativos são feitos pelos Exus que trabalham para a Lei naqueles níveis vibratórios, executam as ordens do Alto fazendo com que aqueles seres expurgam todos os seus vícios e se libertem, tomando assim consciência dos seus erros, faltas e vícios.

Salve o Espiritualismo, Salve o Espiritismo, Salve todos os Trabalhadores do Bem

Fonte http://almaumbandista.blogspot.com/

sábado, 30 de abril de 2011

O Objetivo da Espiritualidade é Melhorar o Mundo?



Diante de uma pergunta tão complexa há apenas uma simples e curta resposta:

          - NÃO!

Para entendermos o motivo desta negativa, separemos a espiritualidade genuína da espiritualidade materialista.

A espiritualidade abstrata e genuína diz respeito à criação divina (ou as organizações do Tao) suas leis, seu reino, sua perfeição absoluta, sua imutável essência e que está além da forma, do tempo e do espaço.

Não há nada neste mundo percebido pelos cinco sentidos (mundo da percepção), que seja espiritual, porque o espiritual é regido por leis invioláveis, e tudo o que é regido pelo Supremo é perfeito, imutável, impecável e imortal. E como todas as coisas do chamado universo físico são opostas as criações divinas (ou seja, tudo neste plano é imperfeito, impermanente, falho, perecível e mortal), logo nada aqui foi criado por um ser perfeito e, portanto, não nos permite vivenciar a espiritualidade genuína, que é abstrata por estar além da forma.

A espiritualidade materialista ou pseudo-espiritualidade é um fenômeno cultural e histórico que possivelmente surgiu devido a vaga lembrança da participação humana em um plano superior, perfeito, pleno, que seria semelhante ao mundo das idéias de Platão, desta forma, a restauração do estado original se estabeleceu como objetivo supremo, chamado por diversos nomes nas muitas tradições religiosas, como salvação, iluminação, nirvana, entre outros.

No materialismo espiritual existem diversos níveis de aprendizado, como existem tradições diversas, umas mais antigas, outras recentes, umas que aproximam mais o indivíduo do objetivo supremo e outras que o afastam completamente, umas que são ecumênicas e trabalham no sentido de unificar e outras que separam os indivíduos e, que dão uma margem maior para o fanatismo, o extremismo, dentro de complexas relações do homem com o poder temporal.

Na espiritualidade abstrata e genuína não há níveis porque não há mentes separadas, o saber é completo, o conhecimento é pleno e não há partes de detenham qualidades distintas do todo, por esta razão, não há seres que existam separadamente por classes, castas ou crenças, porque a verdade é uma só e a Grande-Vida é uma só, nada há além da Grande-Vida.

A manifestação da espiritualidade neste mundo não pode ser abstrata, porque vivemos no mundo das formas, e o que é abstrato não pode ser compreendido pela mente humana através da percepção (por meio do raciocínio, da lógica e da simples reflexão), no entanto, a espiritualidade neste mundo pode ser genuína, no sentido em que ao permitir ao homem uma experiência que o conduza através de um ponto de mutação à consciência da sua verdadeira identidade espiritual e com base na sua vivência direta.

Portanto o objetivo da espiritualidade genuína não é melhorar este mundo, que existem para esconder a realidade, tal como o véu de Maya, através da percepção da forma, escondendo assim a essência abstrata e espiritual da realidade sutil.



Diante de uma pergunta tão complexa há apenas uma simples e curta resposta:

- NÃO!

Para entendermos o motivo desta negativa, separemos a espiritualidade genuína da espiritualidade materialista.

A espiritualidade abstrata e genuína diz respeito à criação divina (ou as organizações do Tao) suas leis, seu reino, sua perfeição absoluta, sua imutável essência e que está além da forma, do tempo e do espaço.

Não há nada neste mundo percebido pelos cinco sentidos (mundo da percepção), que seja espiritual, porque o espiritual é regido por leis invioláveis, e tudo o que é regido pelo Supremo é perfeito, imutável, impecável e imortal. E como todas as coisas do chamado universo físico são opostas as criações divinas (ou seja, tudo neste plano é imperfeito, impermanente, falho, perecível e mortal), logo nada aqui foi criado por um ser perfeito e, portanto, não nos permite vivenciar a espiritualidade genuína, que é abstrata por estar além da forma.

A espiritualidade materialista ou pseudo-espiritualidade é um fenômeno cultural e histórico que possivelmente surgiu devido a vaga lembrança da participação humana em um plano superior, perfeito, pleno, que seria semelhante ao mundo das idéias de Platão, desta forma, a restauração do estado original se estabeleceu como objetivo supremo, chamado por diversos nomes nas muitas tradições religiosas, como salvação, iluminação, nirvana, entre outros.

No materialismo espiritual existem diversos níveis de aprendizado, como existem tradições diversas, umas mais antigas, outras recentes, umas que aproximam mais o indivíduo do objetivo supremo e outras que o afastam completamente, umas que são ecumênicas e trabalham no sentido de unificar e outras que separam os indivíduos e, que dão uma margem maior para o fanatismo, o extremismo, dentro de complexas relações do homem com o poder temporal.

Na espiritualidade abstrata e genuína não há níveis porque não há mentes separadas, o saber é completo, o conhecimento é pleno e não há partes de detenham qualidades distintas do todo, por esta razão, não há seres que existam separadamente por classes, castas ou crenças, porque a verdade é uma só e a Grande-Vida é uma só, nada há além da Grande-Vida.

A manifestação da espiritualidade neste mundo não pode ser abstrata, porque vivemos no mundo das formas, e o que é abstrato não pode ser compreendido pela mente humana através da percepção (por meio do raciocínio, da lógica e da simples reflexão), no entanto, a espiritualidade neste mundo pode ser genuína, no sentido em que ao permitir ao homem uma experiência que o conduza através de um ponto de mutação à consciência da sua verdadeira identidade espiritual e com base na sua vivência direta.

Portanto o objetivo da espiritualidade genuína não é melhorar este mundo, que existem para esconder a realidade, tal como o véu de Maya, através da percepção da forma, escondendo assim a essência abstrata e espiritual da realidade sutil.

No entanto, tanto a espiritualidade genuína quanto o materialismo espiritual (creio que a espiritualidade genuína é uma evolução por intermédio da expansão da consciência da pseudo-espiritualidade), pode promover melhoras substanciais no mundo, naquilo que tange as relações humanas, desde que para isto, seus ensinamentos estejam centrados na promoção da paz, da compaixão, do amor, do altruísmo, da ajuda mútua e do humanismo, promovendo a união de todos os povos em prol de um único objetivo, que é o de vivenciar um mundo sem guerras, sem conflitos e sem fronteiras.

Para a pseudo-espiritualidade este pode ser o objetivo final de todos os esforços humanos em sua evolução, para espiritualidade genuína não, uma vez a paz tendo sido alcançada, seja numa escala global ou individual, é estabelecida a condição necessária para que sua(s) mente(s) possa(m) se alinhar com a sua fonte de origem que é abstrata, permitindo, desta forma que o indivíduo alcance a plena-realização através da plena-liberdade, não reconhecendo nenhum limite imposto pelo véu da ilusão deste mundo, fazendo com que quando todos os seres tenham atingido este estado, o universo físico possa retornar ao seu nada original.

Assim sendo o objetivo da espiritualidade genuína não é o de melhorar nada, mas sim de desfazer as ilusões e restaurar à consciência do homem a suprema realidade.
        
         Fonte: http://www.dedentrodamatrix.blogspot.com/
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Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

Luz Crística

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Positivismo

Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.

Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.

Então, vamos semear pensamentos positivos.

A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia, sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.

Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força original, nossa eterna tranquilidade de ser.]

Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz. Plante essa semente.

Regue-a com atenção e você atingirá a calma.

Por Antony Strano

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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